Casa do Yakisoba

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jun 12, 2012
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Não basta ser delicioso. Tem que ser saudável!

Visando sempre oferecer alimentos saborosos e saudáveis para você, a Casa do Yakisoba está utilizando óleos livres de gordura trans nas frituras.

Entenda o que é gordura trans:

A Gordura trans é a transformação do óleo vegetal em gordura sólida. Também conhecida como gordura hidrogenada, a gordura trans é encontrada principalmente em alimentos industrializados e frituras em restaurantes pois serve para dar crocância e consistência aos alimentos. No organismo, a gordura trans traz prejuízos a saúde: obesidade, aumento do colesterol ruim e diminuição do colesterol bom, dificuldade na passagem do sangue pelas artérias, diabetes, facilidade de contrair inflamações, câncer de mama e outros.

Autor: A Casa do Yakisoba

jun 12, 2012
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História da imigração Japonesa no Brasil

A imigração japonesa no Brasil tem como marco inicial a chegada do navio Kasato Maru, em Santos, no dia 18 de junho de 1908.

Do porto de Kobe a embarcação trouxe, numa viagem de 52 dias, os 781 primeiros imigrantes vinculados ao acordo imigratório estabelecido entre Brasil e Japão, além de 12 passageiros independentes.

Recém chegados a um país de idioma, costumes, clima e tradição completamente diferentes, os imigrantes pioneiros trouxeram consigo esperança e sonhos de prosperidade.

Pré-imigração

Embora o Japão tenha enviado seus primeiros imigrantes ao Brasil em 1908, os primeiros japoneses a pisar em solo brasileiro foram quatro tripulantes do barco Wakamiya Maru que, em 1803, afundou na costa japonesa. Os náufragos foram salvos por um navio de guerra russo que, mesmo não podendo desviar-se de sua rota, levou-os em sua viagem.

No retorno, a embarcação aportou, para conserto, em Porto de Desterro, atual Florianópolis (SC), no dia 20 de dezembro, permanecendo até 4 de fevereiro de 1804. Ali, os quatro japoneses fizeram registros importantes da vida da população local e da produção agrícola da época.

Incidentalmente, outros japoneses estiveram de passagem pelo país, mas a primeira visita oficial para se buscar um acordo diplomático e comercial ocorreu em 1880. No dia 16 de novembro daquele ano, o vice-almirante Artur Silveira da Mota, mais tarde Barão de Jaceguai iniciou, em Tóquio, as conversações para o estabelecimento de um Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre os dois países.

O esforço nesse sentido prosseguiu em 1882, com o ministro plenipotenciário Eduardo Calado, mas o acordo só seria concretizado 13 anos mais tarde. Em dia 5 de novembro de 1895, em Paris, Brasil e Japão assinaram o Tratado da Amizade, Comércio e Navegação.

Abertura à imigração

Entre eventos que antecederam a assinatura do Tratado, destaca-se a abertura brasileira às imigrações japonesas e chinesas, autorizadas pelo Decreto-Lei nº 97, de 5 de outubro de 1892. Com isso, em 1894 o Japão envia o deputado Tadashi Nemoto para uma visita em cujo roteiro foram incluídos os Estados da Bahia, do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

Satisfeito com o que viu, Nemoto manda um relatório ao governo e às empresas de emigração japonesas, recomendando o Brasil como país apto a acolher os imigrantes orientais. A partida da primeira leva de japoneses que deveria vir trabalhar nas lavouras de café em 1897 teve, no entanto, de ser cancelada justamente na véspera do embarque.

O motivo foi a crise que o preço do produto sofreu em todo o mundo, e que iria perdurar até 1906. Em 1907, o governo brasileiro publica a Lei da Imigração e Colonização, permitindo que cada Estado definisse a forma mais conveniente de receber e instalar os imigrantes.

Em novembro do mesmo ano, Ryu Mizuno, considerado o pai da imigração, fecha acordo com o secretário da Agricultura de São Paulo, Carlos Arruda Botelho, para a introdução de 3 mil imigrantes japoneses num período de três anos. Nessa época, o governador era Jorge Tibiriçá. Assim, no dia 28 de abril de 1908, o navio Kasato Maru deixa o Japão com os primeiros imigrantes rumo ao Brasil. Continue lendo »

jun 12, 2012
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A culinária tradicional Japonesa – A comida do dia a dia

A culinária tradicional japonesa é dominada pelo arroz branco (hakumai), e poucas refeições seriam completas sem ele. Qualquer outro prato servido durante uma refeição – peixe, carne, legumes, conservas – é considerado como um acompanhamento, conhecido como okazu. É utilizado um tipo de talher diferente, denominado hashi. Originário da China, consiste em dois pequenos bastões de madeira, plástico ou metal.

As refeições tradicionais recebem seu nome de acordo com o número de acompanhamentos que vêm junto do arroz e da sopa. A refeição japonesa mais simples, por exemplo, consiste de ichijū-issai (“uma sopa, um acompanhamento” ou “refeição de um prato”). Isto quer dizer que a refeição é composta de sopa, arroz e de algum acompanhamento — normalmente um legume em conserva. O pequeno-almoço ou café da manhã japonês tradicional, por exemplo, normalmente é constituído de misso shiru (sopa de pasta de soja), arroz e algum legume em conserva. A refeição mais comum, entretanto, é conhecida por ichijū-sansai (“uma sopa, três acompanhamentos”), ou por sopa, arroz e três acompanhamentos, cada um empregando uma técnica de culinária diferente. Estes acompanhamentos normalmente são peixe cru (sashimi), um prato frito e um prato fermentado ou cozido no vapor — ainda que pratos fritos, empanados ou agri-doces podem substituir os pratos cozidos. O Ichijū-sansai normalmente se encerra com conservas como o umeboshi e chá verde.

Esta visão japonesa de uma refeição é refletida na organização dos livros de culinária japoneses. Os capítulos são sempre ordenados de acordo com os métodos culinários: alimentos fritos, alimentos cozidos e alimentos grelhados, por exemplo, e não de acordo com os ingredientes em particular (ex.: galinha ou carne) como são nos livros ocidentais. Também podem existir capítulos dedicados a sopas, sushi, arroz etc.

Como o Japão é uma nação insular, seu povo consome muitos frutos do mar, além de peixe e outros produtos marinhos (como algas). Mesmo não sendo conhecido como um país que come muita carne, poucos japoneses se consideram vegetarianos. Carne e galinha são comumente inseridos na culinária do cotidiano.

O macarrão, originado na China, também é uma parte essencial da culinária japonesa. Existem dois tipos tradicionais de macarrão, o soba e udon. Feito de farinha de centeio, o soba é um macarrão fino e escuro. O udon, por sua vez, é feito de trigo branco, sendo mais grosso. Ambos são normalmente servidos com um caldo de peixe aromatizado com soja, junto de vários vegetais. Uma importação mais recente da China, datando do início do século XIX, vem o ramen (macarrão chinês), que se tornou extremamente popular. O Ramen é servido com uma variedade de tipos de sopa, indo desde os molhos de peixe até manteiga ou porco.
Ainda que muitos japoneses tenham desistido de se alimentarem de insetos, ainda existem exceções. Em algumas regiões, gafanhotos (inago) e larvas de abelha (hachinoko) não são pratos incomuns. Lagartos também são comidos em alguns lugares.

Autor: Wikipedia

jun 12, 2012
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Arrumação tradicional de uma mesa japonesa!

A arrumação tradicional da mesa japonesa tem variado consideravelmente nos últimos séculos, dependendo principalmente do tipo comum de mesa de uma dada era. Antes do século XIX, pequenas mesas individuais (hakozen) ou bandejas planas utilizadas no chão eram arrumadas antes de cada refeição. Mesas baixas maiores (chabudai), que acomodavam famílias inteiras, começaram a se tornar mais populares no começo do século XX, mas este estilo deu lugar ao estilo ocidental de mesas e cadeiras de jantar, no final do século XX.

A arrumação tradicional da mesa é baseada no ichijū-sansai. Tipicamente, cinco bacias e pratos são colocados antes do jantar. Na ponta, são colocadas a bacia de arroz (à esquerda) e a de sopa (à direita). Atrás destas ficam três pratos planos que seguram os três acompanhamentos, um à extrema esquerda (onde pode se servir um prato fermentado), um a extrema direita (no qual pode se servir um prato assado) e um no centro (no qual pode se servir vegetais cozidos). Vegetais cortados também costumam ser servidos e comidos no final da refeição, mas não fazem parte dos três pratos de acompanhamento.

Hashis são normalmente colocados na frente da bandeja próxima da pessoa, com suas pontas apontadas para a esquerda e normalmente apoiadas em um suporte de hashi, ou hashioki.

Pratos para ocasiões especiais
Na tradição japonesa, alguns pratos estão fortemente ligados a uma comemoração ou evento. As principais combinações deste tipo incluem:

  • Mochi – Festival de Mochitsuki Okotania (passagem de ano)
  • Osechi – Ano Novo.
  • Hamo (um tipo de peixe) e somen – Festival de Gion.
  • Sekihan, arroz cozido com azuki – celebrações em geral.
  • Soba – Véspera do Ano Novo. Neste caso é chamado de toshi koshi soba (literalmente “soba da passagem de ano”).

Autor: Wikipedia

jun 12, 2012
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Alimentação saudável no Japão

O Japão é considerado o país onde tem a melhor alimentação do mundo. Taxa de obesidade baixa e expectativa de vida acima do padrão global. A expectativa de vida no Japão é considerada a maior do mundo. Homens japoneses têm uma vida média de 78 anos e mulheres é de 85 anos.

Qual é a causa da saúde e longevidade tão fenomenal dos japoneses?
Tudo indica que seja a alimentação. A dieta japonesa inclui alimentos com baixo teor de colesterol , sem as gorduras presente em abundância na carne vermelha, laticínios e manteiga. Além disso, a dieta japonesa é rica em peixes, frutos do mar peixe e as algas Kombu (de águas quentes) e Nori (a partir de águas frias) Estes contêm quantidades elevadas de iodo, bem como minerais e microelementos que são saudáveis e também concede a comida japonesa inimitável sabor.

Mas o que os japoneses comem? Conheça um pouco sobre a culinária japonesa
Se você estiver em uma dieta, ou querendo um estilo de vida saudável, uma boa alternativa é explorar a culinária japonesa. Apesar de vários pratos japoneses conter macarrão ou arroz como componente, que como sabemos, são os carboidratos, deve-se notar que muitos dos seus alimentos utilizam ingredientes muito saudáveis – legumes, verdura, soja, peixe e muitos frutos do mar.

Autor: Japão em Foco

jun 12, 2012
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Missô Shiru

Ingredientes

  • 1 litro de água quente
  • 3 colheres de missô ( pasta de soja)
  • 1 pacote de Hondashi (tempero de peixe em pó)
  • 100g de tofu (queijo de soja) em cubinhos
  • Cebolinha em fatias finas

Modo de Preparo

Acrescente 1 saquinho de Hondashi a um litro de água e aqueça até a fervura. Desligue o fogo e dissolva 3 colheres de missô, coando o caldo logo em seguida. Coloque o tofu, a cebolinha fatiada e o caldo de missô num potinho (conburi), e deguste com prazer! Pode-se variar o sabor, acrescentando um pouco de vôngole ou shimeji refogado no shoyu.

Informações Nutricionais

Rendimento: 05 porções
Valor calórico por porção de 200gr
Calorias: 54,7kcal
Carboidratos: 3.77g
Proteínas: 5.07g
Lipídios: 2.82g

Autor: A Casa do Yakisoba

jun 12, 2012
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Banana Caramelada

Ingredientes

  • Ingredientes para a Massa:
    • 1/2 copo de água
    • 1/2 copo de farinha de trigo
    • 1/4 copo de fermento em pó
  • Ingredientes para o Recheio e Caramelo:
    • 4 bananas nanicas
    • 1 colher de sopa de óleo
    • 2 colheres de sopa de açúcar
    • 1 colher de chá de sementes de gergelim
    • 1 copo de água
    • 6 copos de óleo para fritar.

Modo de Preparo

  • Junte a farinha, água e fermento até obter uma massa mole ( tipo bolinho de chuva )
  • Corte cada banana em cinco pedaços, passe cada pedaço pela massa e frite até ficarem dourados.
  • Escorra bem as bananas.
  • Para preparar o caramelo, em uma frigideira, coloque o açúcar, a água e mexa em fogo alto até a mistura ficar caramelizada ( ponto de bala ). Cuidado com a calda quente.
  • Assim que o caramelo estiver pronto, passe a banana empanada pelo caramelo, salpique o gergelim e espere esfriar.

Autor: A Casa do Yakisoba

jun 12, 2012
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Yakimeshi

Ingredientes:

Risoto à base de arroz japonês.
Por conter carne e legumes, trata-se de uma refeição completa, não necessitando de qualquer acompanhamento.

  • 250g de arroz branco cozido com água e sal
  • 100g de camarão pequeno picado
  • 4 shiitake picados
  • 1 cenoura pequena picada quadradinha
  • 2 ovos inteiros batidos
  • Óleo para refogar
  • Sal
  • Cebolinha a gosto

Modo de Preparo

  • Numa frigideira, faça um ovo mexido como de costume e reserve num prato separado.
  • Na mesma frigideira, refogue os camarões até cozinhar, acrescente os shiitake e a cenoura e continue refogando até ficarem ligeiramente cozidos acrescente o arroz, ovo, camarões, o shiitake , cenoura e a cebolinha fatiada misture e acerte o sal .

Autor: A Casa do Yakisoba

jun 12, 2012
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Yakisoba

Ingredientes:

  • 500g Macarrão talharine n 0 ou 1
  • 300 g Carne bovina em tirinhas ( carne magra )
  • 300 g Frango em cubinhos
  • 300g Acelga
  • 1 cabeça pequena de Brócolis ( ninja )
  • 1 cabeça pequena de Couve flor
  • ½ Cebola fatiado ( opcional )
  • 1 Cenoura em filetes
  • Champignon filetado
  • Broto de bambu filetado ( opcional )
  • Shoyu
  • Caldo de galinha
  • 300ml água quente para 100 g amido
  • Sal e pimenta do reino a gosto.
  • Óleo de gergelim.

Modo de Preparo

  • Cozinhar o macarrão “al dente” e reservar – deve-se fritar antes de servir.
  • Tempere a carne e o frango com pimenta do reino e sal a gosto e refogue primeiro a carne bovina e depois o frango e reserve.
  • Cozinhe cenoura, brócolis e couve flor al dente e reserve.
  • Na panela reservada das carnes, coloque 500 ml shoyu, o 300 ml de caldo de galinha e aqueça, colocando lentamente o amido dissolvido, até obter um caldo levemente encorpado. Junte todos os legumes e termine de encorporar o caldo.
  • Em outra panela grande ( wok – panela chinesa ) frite o macarrão – mínimo de óleo- e coloque o molho do yakisoba , se preferir utilize algumas gotas de óleo de gergelim.

Autor: A Casa do Yakisoba

jun 12, 2012
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Mexa seus pauzinhos!

Vamos começar esta edição testando seus conhecimentos sobre a mesa japonesa (se você for nissei, sansei ou yonsei, pule direto para o próximo parágrafo). Onde foi que surgiu o hashi? Se respondeu Japão, errou. Os pauzinhos têm origem na China. E com quantos hashi se faz uma refeição? Se disse apenas um par, errou de novo. Há palitinhos apropriados para cada tipo de comida e para cada tamanho de boca: masculina, feminina ou infantil.

Você vai ler sobre a história dos hashi e conhecer todas as suas variações e usos. Por enquanto, tudo que tem de saber é que os hashi devem funcionar como um prolongamento dos dedos. Para manuseá-los, você precisa de um dedo opositor, capaz de fazer o movimento de pinça – como este da modelo que pegou o ‘a’ do logo do Paladar.

Mas se é simples assim, por que os ocidentais acham tão difícil comer com os palitinhos? Por pura falta de hábito. Não há nenhuma explicação genética para a destreza dos orientais no manuseio do hashi. Trata-se apenas de hábito adquirido. À base de muito treinamento. O exercício básico para crianças (e estrangeiros) no Japão consiste em transferir amendoins, ou favas e mais favas, de uma tigela para outra. Um por um, na ponta dos palitinhos.

O uso do hashi – ou o-hashi, como se diz em japonês – não é nenhum tipo de capricho. Seu fundamento é o de manter o sabor original da comida, fazendo com que o alimento toque direto a língua e o palato, sem interferência.

‘Se você usar uma colher de metal para tomar um missoshiru, o gosto do talher vai afetar o sabor’, diz Yoko Arimoto, especialista em culinária japonesa e autora do best-seller Simply Japanese.

O uso do hashi dá ainda elegância à mesa. ‘Seu grande mérito é levar à boca a quantidade de comida ideal’, diz Lumi Toyoda, outra especialista em etiqueta japonesa. A habilidade do sushimen em adaptar o tamanho do bolinho à mordida também conta.

No Japão, o hashi é tão cultuado que passou de um graveto curvo em forma de pinça a objeto de consumo – e até de luxo. Há incontáveis variações de material (madeira, bambu, prata, laca, plástico…), de design (extremidade quadrada, oval, redonda), de tamanho (23 cm, em média, para mesa e 35 cm para cozinha) e de ornamentos. Os preços? Vão de R$ 4 a R$ 40 mil (de laca). Existem artesãos dedicados apenas à fabricação de hashi e uma loja especializada no luxuoso bairro de Ginza, em Tóquio.

O país que sofisticou o apetrecho também se esmerou em conceber regras de etiqueta para manuseá-lo. São inúmeras e aprendidas exaustivamente em casa – e depois na escola e nos círculos sociais. ‘Nós, que estamos no Brasil, não precisamos seguir todas, porque não é a nossa cultura’, diz Lumi. ‘Mas algumas são importantes mesmo aqui.’

Autor: estadao.com.br

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